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Oncologia

Esôfago

Grande parte dos pacientes com câncer de esôfago é fumante e tem história de ingestão alcoólica. Desnutrição e problemas respiratórios concomitantes são freqüentes, contribuindo, muitas vezes, para a inoperabilidade.

A incidência de adenocarcinoma de esôfago é mais freqüente nos cânceres do terço inferior. Pacientes com refluxo gastroesofagiano e esôfago de Barret têm maior risco de desenvolver câncer. O adenocarcinoma da cárdia tende a invadir o esôfago distal e, na maioria das vezes, deve ser abordado como câncer do esôfago.

Estômago

O adenocarcinoma gástrico é o câncer mais freqüente do estômago. A maioria se localiza no terço distal, porém, nos últimos anos, tem-se notado um aumento dos cânceres proximais. O linfoma gástrico do tipo MALT (Mucosa Associate Lymphoma Tissue) também tem sido mais comumente descrito.

Pâncreas

A maioria dos cânceres pancreáticos tem origem nos ductos pancreáticos (90%), sendo principalmente adenocarcinomas (80%). Os cistoadenocarcinomas em geral se apresentam como grandes massas e têm um prognóstico melhor em comparação com o do adenocarcinoma. A história natural do câncer pancreático é evoluir com metástases linfonodais na maioria dos casos, além de comprometer o fígado (80% dos casos), o peritônio (60%), os pulmões e pleura (50% a 70%) e a supra-renal (25%).

Cólon e Reto

Os cânceres do cólon e do reto são progressivamente mais prevalentes a partir da segunda década de vida, sendo os mais freqüentes cânceres do aparelho digestivo. A grande maioria dos casos é de adenocarcinomas (> 90%) e freqüentemente tem origem em pólipos preexistentes. Mais da metade dos pacientes com câncer intestinal tem pólipos. O câncer colorretal hereditário não-associado a pólipo (HNPCC) ocorre em 10% a 15% dos casos, e a polipose adenomatosa familiar com câncer ocorre em 1% dos casos.

Pacientes com pólipos múltiplos associados a neoplasia têm um risco maior de câncer sincrônico, quando comparados com os portadores de apenas um pólipo, de 7% para 14%. A incidência de câncer metacrônico também é maior nestes casos, passando de 3% para 12%. A transformação de um pólipo em câncer pode necessitar de um período de vários anos. Daí a importância do rastreamento de pólipos, principalmente em indivíduos com risco. Um terço dos pacientes, quando diagnosticados, tem doença localizada, e um terço já possui comprometimento regional. Em um quinto dos pacientes doença metastática já existe.

Ânus

Constitui menos de 2% dos cânceres intestinais. Histologicamente, a grande maioria é do tipo epidermóide. É importante separar os carcinomas que têm origem no canal anal (dois terços dos casos) dos que têm origem na pele (margem anal), pois a maneira de disseminação e o tratamento são diferentes. Os cânceres da margem anal, isto é, que se iniciam na junção da pele com a mucosa do canal anal, são estadiados como cânceres de pele. Os melanomas desta região são também classificados como cutâneos.

Balão Intragástrico

 

Dr. Marcelo Z. Salem - CRM 59.961 - Mestre e Doutor pela Faculdade de Medicina da USP

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